Granville vende EPIs em Suape

A Granville, empresa paulista distribuidora de equipamentos de segurança, instalou um ponto de venda no Complexo de Suape para atender à demanda por equipamentos de proteção individual (EPI), que tem crescido freneticamente, em função do número de empresas se instalando na região. Por enquanto, o ponto é improvisado, num contêiner montado dentro do posto BR localizado na entrada de Suape. No próximo ano, a empresa vai investir R$ 200 mil na construção de uma loja. Na carteira da empresa constam clientes como o Estaleiro Atlântico Sul e a Petroquímica Suape.


“O ponto de vendas de Suape é o primeiro que montamos com esse formato. Fomos para lá atraídos pelo polo de investimentos que está se instalando lá e no vácuo de alguns dos nossos clientes de São Paulo e Curitiba que estavam com contratos no complexo”, diz o diretor da Granville, Ari Roberto Rodrigues.


A gestora de negócios da empresa em Suape, Verônica Godoy, destaca que o ponto de venda no complexo vai completar um ano. “Além da loja, também contamos com um depósito para armazenar os produtos, o que nos permite realizar as vendas no sistema de pronta entrega”, diz. A empresa, com sede em Santos (SP) e 30 anos de mercado, oferece uma linha com 150 itens. São capacetes, botas, luvas, óculos, entre outros. “Um dos nossos diferenciais é que temos experiência no atendimento a empreiteiras que operam dentro das obras de refinarias. Essas precisam de produtos top de linha.”


No Complexo de Suape, a Granville conta com a carteira de 30 clientes, entre eles estão grandes empreiteiras como Odebrecht, Camargo Corrêa e Galvão Engenharia. O volume mensal de vendas chega a 5.000 equipamentos, com faturamento de R$ 200 mil.


O canteiro de obras do Complexo de Suape contabiliza pelo menos 17 empresas se implantando. Só no Estaleiro Atlântico são 6.000 trabalhadores na obra de montagem do empreendimento, além de outros 3.000 na operação, todos, usando equipamentos de segurança. Isso sem falar nas obras de infraestrutura, bancadas pelo complexo, onde hoje trabalham pelo menos 2.000 operários.